Conheça a técnica da tomografia de ConeBean!

Os exames de imagem são procedimentos imprescindíveis para a realização efetiva de um tratamento odontológico. Afinal, é através deles que o dentista consegue ter uma visão mais ampla do que precisa ser feito. Nesse cenário, o cone beam é um método que se destaca entre os demais.    

Mas em resumo, como é feito esse exame? Quais são os prós? Não se preocupe! Preparamos esse conteúdo para te ajudar a entender a técnica e mostrar porque você deve conversar com um especialista sobre a possibilidade de realizar o cone beam.  

Siga a leitura!

O que é a tomografia ConeBean?

 

A tomografia computadorizada ConeBean é um exame de diagnóstico por imagem odontológico não invasivo direcionado para avaliação detalhada da arcada dentária, que inclui toda a mandíbula e maxila, além das estruturas dentárias. 

O exame utiliza radiação ionizante com baixas doses em feixe cônico e as imagens são processadas por um computador que permite a visualização da área do corpo em questão e possíveis reconstruções das imagens em todos os planos, até mesmo em 3D.

 

Qual é a principal diferença entre a TC ConeBean e o Raio-X?

A radiografia é um exame que gera imagens  somente em duas dimensões, permitindo uma noção mais simples do local estudado.

Já a tomografia ConeBean por ser um exame mais moderno, gera imagens com muito mais riqueza de detalhes e precisão diagnóstica, além de possíveis reconstruções em 3D.

Para que esse tipo de exame é recomendado?

A tomografia ConeBean a é mais comum serem solicitadas principalmente nas áreas de ortodontia e na implantodontia.

As principais indicações para esse método são condições que possam vir a se desenvolver na região maxilo-mandibular do paciente como: 

  • Planejamento de implantes dentários;
  • Avaliar o grau de reabsorção radicular de dentes adjacentes a caninos retidos;
  • Investigar a relação de dentes inclusos com acidentes anatômicos;
  • Localizar pequenas trincas e fraturas dento-alveolares;
  • Visualizar tamanho, forma e número de canais radiculares;
  • Observar anomalias da ATM;
  • Auxiliar no diagnóstico e delimitação de lesões patológicas;
  • Observar pacientes portadores de fenda palatina;
  • Determinar quantidade de osso para tracionamento ortodôntico;
  • Classificar a relação entre diâmetro das raízes e das tábuas ósseas vestibulares e linguais;
  • Examinar, delimitar e classificar as fraturas ósseas craniofaciais;
  • Verificar a inclinação de dentes comprometidos periodontalmente e suas relações com as tábuas ósseas;
  • Graduar de forma quantitativa e qualitativa o osso alveolar para colocação de mini implantes de ancoragem ortodôntica.

Realize seu exame aqui no Centro Radiológico

A realização de qualquer exame de imagem requer uma série de cuidados e processos que devem ser considerados pelo paciente. No caso da tomografia cone beam, essa máxima não é diferente. 

Contar com o suporte de uma clínica especializada na área é diferencial para que todo o procedimento saia como o esperado.

Considerando esse contexto, o Centro Radiológico oferece a tomografia cone beam, fornecendo toda a assistência e estrutura necessária para a análise ser concluída de forma positiva.

Portanto, o Centro Radiológico conta com o aparato profissional para realizar seu diagnóstico odontológico da melhor forma possível. Entre em contato agora e marque o seu exame pelo link!

Entenda como é feita a ultrassonografia de tireoide!

Você sabe como é feita a ultrassonografia de tireoide?

A tireoide é uma glândula responsável por produzir hormônios (T3 e T4, tri-iodotironina e tiroxina) fundamentais para o nosso corpo e metabolismo

Quando ocorre um desbalanceamento dessa estrutura, condições como hipertireoidismo, hipotireoidismo, bócio e nódulos são alguns dos problemas que podem se desenvolver especialmente em mulheres.

E é nesse cenário que o exame mostra-se como uma excelente maneira de prevenir esses quadros

Ao decorrer desse artigo, vamos tirar suas dúvidas sobre esse importante procedimento para a saúde da mulher. Siga a leitura!

O que é a ultrassonografia de tireoide?

É um exame que busca encontrar alterações morfológicas na glândula tireoide que possam indicar  a presença de alguma doença.

Para chegar nesse resultado, é utilizado um equipamento emissor de ondas sonoras (sem radiação ionizante). Esse aparelho gera imagens de alta qualidade em tempo real e é avaliado pelo médico ultrassonografista. 

Através das imagens da tireoide , o médico analisa   a tireoide em busca de nódulos, alterações da textura geral da glândula, avalia suas dimensões, e com o recurso do Doppler é possível avaliar a vascularização da glândula e de eventual nódulo, assim direcionando a melhor conduta clínica em cada caso.

Para que serve a ultrassonografia de tireoide?

Nesse contexto, a ultrassonografia de tireoide é uma técnica normalmente requisitada quando o médico suspeita das seguintes condições:

  • Desenvolvimento de nódulos na tireoide;
  • Aumento das dimensões da tireoide no exame físico;
  • Alterações no sistema da glândula nas análises de sangue;
  • Sintomas compressivos na região do pescoço;
  • Rouquidão repentina de início recente;
  • Histórico de câncer de tireoide na família.

Como é feito o procedimento do ultrassom de tireoide?

O paciente não precisa de preparo prévio, suspensão de medicamentos ou jejum antes do procedimento. A única exigência é que leve os exames de tireoide anteriores, caso possua.  

A realização da ultrassonografia é simples, rápida, indolor e segura. Na primeira etapa, a pessoa ficará deitada, geralmente com um travesseiro na altura dos ombros para facilitar o acesso à região cervical anterior, onde fica localizada a tireoide. 

Após esse passo, o profissional irá aplicar um gel à base d’água na área. Então, o transdutor – aparelho responsável por captar as informações, será deslizado lentamente pela pele. 

Normalmente, a ultrassonografia de tireoide dura poucos minutos e não pede cuidados especiais após sua realização. 

Considerando o fato de que o exame é um procedimento não invasivo (que não necessita de cortes ou furos), não há contra indicação para realização do exame. 

Conclusão

É importante ressaltar que a ultrassonografia de tireoide é uma técnica dinâmica e em tempo real, ou seja a análise é feita pelo médico durante a realização do exame

Portanto, é fundamental que você a realize em um centro que conta com todo o aparato necessário para te receber da melhor maneira possível. Desde a qualidade dos aparelhos até a capacitação dos profissionais.

Com mais de 35 anos de experiência, o Centro Radiológico tem exatamente essa estrutura ideal para que o seu tratamento seja realizado de forma segura, moderna e eficiente.

Entre em contato conosco e solicite o seu exame no Centro Radiológico.

Entenda qual a diferença entre radiografia e tomografia!

Afinal, você sabe a diferença entre radiografia e tomografia

 

Radiografia X Tomografia: apesar de contarem com objetivos parecidos, o funcionamento e as especificidades de ambos os exames são bem diferentes.

 

Para te ajudar a compreender isso, preparamos neste artigo as principais características da radiografia e tomografia. Siga a leitura e entenda de uma vez a diferença entre eles!

 

Você sabe qual é a diferença entre radiografia e tomografia?

O que são os exames radiográficos?

Conhecida também como raio-x, a radiografia é um exame de imagem com o objetivo de identificar e diagnosticar fraturas ou danos em ossos, órgãos ou tecidos. 

 

Para isso, feixes controlados são voltados para a parte do corpo a ser examinada. O tecido absorve a radiação, que por sua vez gera uma imagem em 2D, registrando-a em uma placa com filme. 

 

Assim, é possível visualizar as estruturas internas do paciente baseado nas diferentes densidades de cada região, visto que tecidos mais densos (como o osso) bloqueiam parte considerável dos raios eletromagnéticos, enquanto os tecidos moles, como a gordura e órgãos, obstruem menos os raio-x. 

 

Quais são as doenças identificadas pelo exame? 

  • Fraturas ósseas;
  • Pneumonia;
  • Algumas doenças agudas na região do abdômen;
  • Inflamações ou infecções respiratórias;
  • Alterações degenerativas nas articulações;
  • Sinusites;
  • Nódulos pulmonares;
  • Dentre outras.

 

Como é feito o preparo para o exame?

O preparo depende bastante da parte que será analisada. Em alguns casos, por exemplo, o médico pode indicar um jejum de 8 a 12 horas. 

 

Além disso, é importante que o paciente tire objetos metálicos do corpo durante a realização do exame, como cordões, anéis e acessórios em geral. 

 

Maiores detalhes sobre a preparação serão passados pela própria clínica no momento de marcar o procedimento, portanto, não se preocupe!

 

O que é a tomografia?

A tomografia também consiste em um exame focado em gerar imagens que possam facilitar o diagnóstico e identificação de doenças. 

 

No entanto, temos uma diferença: o processo é mais sofisticado e moderno, visto que as as imagens são geradas de forma computadorizada e digital, com maior detalhamento e precisão, além de possíveis reconstruções em diferentes planos e em 3D.

 

Como é feito o preparo para o exame?

Assim como a radiografia, a lista de preparo para a tomografia não é complicada. Em alguns casos, será necessário manter uma dieta leve ou jejum de até uma hora

 

É recomendado também que a pessoa vá para a clínica sem acessórios metálicos, somente com a roupa do corpo. 

 

Quando é necessário aplicar o contraste?

O contraste na tomografia é utilizado  em alguns protocolos os quais o meio de contraste é essencial para a esclarecer alguns diagnósticos. 

 

Assim, os contrastes são produzidos com agentes radiopacos, responsáveis por garantir a opacidade da região quando recebidos pela radiação ionizante. Dessa forma, a visualização do local torna-se mais nítida

 

Onde realizar esses exames?

Tanto a radiografia quanto a tomografia devem ser realizadas em uma clínica que conta com estrutura de ponta e médicos capacitados.

 

Nesse cenário, o Centro Radiológico mostra-se como uma alternativa excelente para a realização desses procedimentos. Desde a expertise dos profissionais até a qualidade dos equipamentos, tudo é pensado com um único objetivo: trazer o melhor resultado possível para o paciente. 

 

Surgiu a necessidade de realizar algum exame? Entre em contato com o Centro Radiológico e agende sua visita!

Ressonância magnética do crânio: para que serve e como é feita?

Você sabe a principal função da ressonância magnética do crânio e como ela é realizada?

 

Dia após dia, a medicina evolui as suas tecnologias e moderniza os processos e métodos. Graças aos avanços dos últimos anos, hoje é possível identificar doenças de maneira muito mais assertiva e rápida.

 

Nesse contexto, a ressonância magnética de crânio mostra-se como um exame que ganhou maior precisão com os novos equipamentos. Através desse procedimento, o paciente consegue diagnósticos mais precisos, aspecto fundamental para dar prosseguimento a um tratamento de qualidade. 

 

Nesse artigo, vamos explicar mais detalhes sobre a realização deste exame de imagem, desde o seu conceito até como escolher o melhor local para realizá-lo.

 

Siga a leitura!

 

O que é o exame de ressonância magnética do crânio?

Conhecida também como RM ou ressonância magnética, se trata de um exame considerado referência quando falamos de procedimentos de imagem. Nessa técnica, o objetivo é examinar estruturas anatômicas de forma não  invasiva para diagnosticar possíveis doenças. 

 

Como o nome sugere, o principal objetivo é explorar as estruturas presentes na cabeça e identificar irregularidades nas funções vitais da região. 

 

Quando a ressonância magnética do crânio é indicada?

Esse método é normalmente recomendado em casos de pacientes que passaram por quadros neurológicos com perda de memória, dores de cabeças persistentes, demências, suspeitas de AVCs ou quaisquer tipos de lesões que possam prejudicar o pleno funcionamento do nosso cérebro.

 

Ressonância Magnética do Crânio com Contraste

A ressonância magnética do crânio com contraste é frequentemente utilizada para fornecer uma imagem mais clara e detalhada de certas estruturas cerebrais e vasos sanguíneos, auxiliando no diagnóstico de diversas condições médicas. Este procedimento específico pode ser essencial para identificar e tratar efetivamente condições que não seriam tão facilmente detectadas com uma ressonância padrão.

 

Utilidade da Ressonância Magnética do Crânio com Contraste

A aplicação de contraste na ressonância magnética do crânio é particularmente útil em várias situações diagnósticas:

 

Realce de Tumores Cerebrais: O agente de contraste pode ajudar a destacar tumores, diferenciando tecido tumoral de tecido normal.

Detecção de Inflamação e Infecções: Áreas de inflamação ou infecção no cérebro podem acumular contraste, tornando-as mais visíveis.

Avaliação de Anormalidades Vasculares: O contraste melhora a visualização de aneurismas e malformações vasculares.

 

Quais doenças são identificadas pelo exame?

Dentre as doenças identificadas, podemos destacar:

 

  • Tumores benignos e malignos;
  • Acidente Vascular Cerebral (AVC);
  • Aneurisma;
  • Malformações cerebrais;
  • Epilepsia;
  • Neurofibromatose;
  • Esclerose Múltipla;
  • Alterações cerebrais relacionadas à doença de Alzheimer;
  • Alterações cerebrais relacionadas à doença de Parkinson;
  • Meningite (inflamação das meninges);
  • Traumatismos, hematomas.

 

Como é feito o preparo para o exame?

O pré-exame é bem simples, entretanto, precisa de alguns cuidados pontuais. O paciente deve chegar na clínica com pele e cabelos secos e limpos, sendo recomendado que não se utilize creme, pomadas ou outros produtos para o corpo no dia. 

 

Também é necessário fazer um jejum mínimo de 2 horas e não portar nenhum tipo de material metálico dentro da sala de exame (brincos, joias, pulseiras, relógios, grampos de cabelo, cinto e óculos, por exemplo). 

 

Outra recomendação é vestir roupas confortáveis e adequadas sem zíper e fechos de metal.

 

Como é realizado o exame?

Todo o processo é feito em uma máquina de ressonância magnética. Essa estrutura conta com um grande imã capaz de gerar campos magnéticos  que permite a geração das imagens. 

 

Além disso, outro ponto que aumenta a qualidade das imagens  são as ondas de radiofrequência emitidas, sem a necessidade de radiação ionizante (usada em tomografias, por exemplo). 

 

O paciente deve deitar em uma maca que se move para dentro do aparelho. A partir daí, o campo magnético e as ondas de radiofrequência geral um sinal que são captadas pela bobina (dispositivo que funciona como antena de captação do sinal colocado envolta da cabeça)  e enviadas para o computador gerando imagens de alta qualidade. Durante o decorrer do procedimento, é necessário permanecer parado até a conclusão do exame para não causar interferência durante a aquisição das imagens e prejudicar a qualidade do exame.

 

Duração do Exame

A duração de uma ressonância magnética do crânio pode variar dependendo de vários fatores, incluindo o tipo específico de exame sendo realizado e se o uso de um agente de contraste é necessário.

 

A ressonância magnética do crânio normalmente leva em média 15  minutos. Este tempo é necessário para garantir que imagens detalhadas e de alta qualidade sejam capturadas de todas as partes do cérebro.

 

Se um agente de contraste for usado para melhorar a clareza das imagens, o procedimento pode levar um pouco mais de tempo. Isso inclui o tempo adicional para a administração do contraste e a aquisição de imagens antes e depois da sua aplicação.

 

Contraindicações para a Ressonância Magnética do Crânio

A segurança dos pacientes devem ser a prioridade máxima. Embora a ressonância magnética do crânio seja uma ferramenta diagnóstica extremamente útil, existem certas condições e circunstâncias nas quais o procedimento é contraindicado, como:

 

Contraindicações Absolutas

 

  • Implantes Metálicos Ferromagnéticos: Pacientes com implantes metálicos que são ferromagnéticos (ou seja, que podem ser magnetizados) podem estar em risco durante uma ressonância magnética devido à forte atração magnética. Isso inclui alguns tipos de clipes de aneurisma cerebral, certos tipos de stents, implantes cocleares e fragmentos de metal no olho ou no cérebro.
  • Dispositivos Eletrônicos Implantados: Dispositivos como marcapassos cardíacos e desfibriladores são geralmente incompatíveis com a ressonância magnética devido ao risco de interferência no funcionamento do dispositivo e possível deslocamento pelo forte campo magnético. Entretanto, já existem alguns tipos de marcapassos cardíacos e desfibriladores mais modernos que são compatíveis com exame de ressonância magnética. É fundamental checar se o modelo utilizado é compatível com exame de ressonância magnética e informar tanto o seu médico cardiologista responsável pelo dispositivo quanto o médico radiologista antes de realizar o exame.

 

Contraindicações Relativas

 

  • Tatuagens com Tintas Metálicas: Algumas tintas de tatuagem contêm traços de metais que podem reagir ao campo magnético, causando desconforto ou queimaduras leves. 
  • Gravidez: A ressonância magnética não utiliza radiação ionizante, portanto não há contra-indicação de se realizar o exame pois não há riscos relacionados à gestação. Entretanto, deve-se ter cautela em relação à utilização do uso do meio de contraste paramagnético, especialmente durante o primeiro trimestre da gravidez. As gestantes devem discutir os riscos e benefícios com seu médico.
  • Condições Médicas Severas: Pacientes com condições médicas graves que não podem permanecer imóveis por períodos prolongados podem ter dificuldades para completar uma ressonância magnética devido à necessidade de ficar parado durante o exame.

 

Precauções Especiais

 

  • Claustrofobia: Pacientes com claustrofobia severa podem achar o exame desafiador devido ao espaço confinado do tubo de ressonância magnética. Nesses casos, pode-se considerar o uso de sedativos ou a utilização de máquinas de ressonância magnética aberta.
  • Insuficiência Renal: O uso de agentes de contraste à base de gadolínio em pacientes com insuficiência renal pode aumentar o risco de nefrogênese sistêmica fibrosante, uma condição grave. É essencial avaliar a função renal antes de administrar o contraste.

 

Perguntas Frequentes

Quais doenças a ressonância do crânio detecta?

A ressonância magnética do crânio pode detectar uma ampla gama de condições, incluindo tumores cerebrais, doenças neurodegenerativas (como Alzheimer e Parkinson), lesões traumáticas, AVCs, infecções, e anormalidades vasculares.

 

Quanto tempo demora uma ressonância magnética do crânio?

Uma ressonância magnética do crânio geralmente leva em média 15  minutos, dependendo do protocolo específico utilizado e se é necessário o uso de agente de contraste.

 

A ressonância magnética do crânio é segura?

Sim, é um procedimento seguro que não envolve radiação ionizante, como os raios X. No entanto, pacientes com certos implantes metálicos ou dispositivos médicos podem ter restrições.

 

O que significa encontrar uma anormalidade em uma ressonância magnética do crânio?

Encontrar uma anormalidade pode indicar a presença de condições como tumores, AVC, inflamação, entre outros. Será necessária avaliação adicional e discussão com um especialista para determinar o significado clínico.

 

Qual é a diferença entre uma ressonância magnética de crânio aberta e uma fechada?

A ressonância magnética de crânio aberta utiliza um equipamento com uma configuração mais aberta, que é menos confinante e melhor para pacientes claustrofóbicos ou de maior porte. A ressonância fechada, por outro lado, usa um tubo fechado e geralmente produz imagens de maior qualidade devido ao campo magnético mais forte.

 

A ressonância magnética do crânio pode ser usada para monitorar a progressão de uma doença?

Sim, a ressonância magnética do crânio é frequentemente usada para monitorar a progressão de doenças neurológicas, como tumores cerebrais, esclerose múltipla, e doenças neurodegenerativas, permitindo aos médicos avaliar a eficácia do tratamento e ajustar os planos de cuidados conforme necessário.

 

Ressonância Magnética do Crânio em Divinópolis – MG

Devemos ressaltar que todo exame necessita de cuidados para que sua realização e resultados sejam efetivos. Na ressonância magnética de crânio, não é diferente. 

 

É fundamental que a pessoa conte com uma equipe bem preparada e especializada no ramo. Além disso, o local também deve ser equipado com ferramentas e estruturas modernas e de ponta. A soma desses dois fatores resulta na realização conforme o esperado, desde o pré até o pós-atendimento. 

 

Nesse cenário, o Centro Radiológico oferece em seus serviços a ressonância magnética de crânio, fornecendo ao paciente toda  assistência e suporte necessários para o exame ser concluído de forma positiva. 

 

Portanto, caso surja a necessidade de realizar este procedimento, procure o Centro Radiológico. Nós estaremos de portas abertas para te receber da melhor maneira possível. 

 

Entre em contato e agende agora o seu exame conosco!

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Nódulo na mamografia: o que pode significar?

Afinal, o que é um nódulo na mamografia?

 

Os exames de rotina são fundamentais para manter a vitalidade e bem-estar da mulher. Através desses procedimentos, a paciente pode ter uma visão mais ampla e aprofundada do que está acontecendo em seu organismo. 

 

E dentre as avaliações de imagem femininas mais populares e importantes, certamente podemos destacar a mamografia, responsável por verificar a saúde da região mamária.

 

Nesse artigo, vamos te mostrar mais detalhes sobre esse assunto e te mostrar o que pode significar um nódulo na mamografia.

Siga a leitura!

 

Nódulo na mamografia: o que pode significar? 

Um nódulo mamário é uma lesão que cresce de forma anormal no seio da mulher. Dependendo da localização, essas estruturas podem ser sentidas ao toque.

 

As formas mais comuns são: 

 

Fibroadenoma 

Fibroadenomas são lesões que acometem com maior frequência as mulheres de até 35 anos, consideradas como uma das irregularidades benignas mais comuns.

 

Normalmente, eles surgem de maneira assintomática, sem dores ou desconfortos. 

 

Cistos

Já os cistos de mama são nódulos  com conteúdo líquido e envolvidos em uma membrana, podendo surgir em uma ou nas duas mamas. A aparência é arredondada e com margens  bem delimitadas

 

A maior parte deste problema surge de forma benigna, no entanto, quando ele cresce, pode apresentar dores e inchaços, principalmente na semana pré-menstrual.

 

Neoplasias malignas

Por fim, as neoplasias malignas são lesões bastante incomuns em pessoas com menos de 30 anos do sexo feminino. Os nódulos malignos habitualmente têm margens irregulares e mal definidas na mamografia. A incidência desse nódulo aumenta proporcionalmente com a idade das pacientes

 

Ela é o resultado de um crescimento desordenado de células malignas, podendo provocar a saída de líquido pela região. 

 

O que a mamografia pode detectar?

A mamografia é um exame de diagnóstico por imagem não invasivo com objetivo central de analisar a saúde das mamas, descartando ou diagnosticando a presença de doenças, assimetrias ou lesões.

 

A realização desse procedimento acontece através da radiação ionizante em baixas doses, que gera ilustrações detalhadas e em alta definição da estrutura interna do corpo.

 

Esse procedimento é considerado o mais efetivo para o rastreamento e detecção precoce do câncer de mama, sendo fundamental para o tratamento da condição. 

 

Ao realizar esta avaliação, o médico procura por diversas condições, como:

  • Nódulos;
  • Microcalcificações;
  • Distorções da arquitetura mamária;
  • Áreas densas assimétricas.

 

Mas afinal, quando fazer a mamografia?

Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), a mamografia de rastreamento (realizada em pacientes sem sinais ou sintomas de tumor de mama) deve ser feita na faixa etária entre 50 a 69 anos, a cada dois anos.

 

Entretanto, em alguns casos específicos (como com pessoas que tenham histórico familiar de tumores), é importante que o indivíduo busque o exame com mais antecedência

 

Caso o seu médico indique a realização deste procedimento, é fundamental que você encontre um lugar que conte com todo o aparato necessário para te receber da melhor maneira possível. Desde a qualidade dos equipamentos até a capacitação dos médicos radiologistas.

 

Com mais de 10 anos de experiência, o Centro Radiológico tem exatamente essa estrutura ideal para que o seu diagnóstico seja realizado de forma segura e eficiente.

 

Entre em contato conosco e agende um exame.

Quais os preparos para a tomografia?

Quais os preparos para a tomografia?

A tomografia é um dos exames mais comuns indicados no diagnóstico de doenças. Ele tende a ser requisitado por diferentes especialidades médicas, por sua capacidade de gerar imagens detalhadas. Ela utiliza baixas doses de radiação ionizante, sendo um método pouco invasivo. Apesar disso, o preparo para a tomografia exige alguns cuidados.

O preparo para a tomografia pode envolver jejum, limitação de atividades físicas e mudanças na dieta. 

Veja a seguir tudo sobre o preparo para esse exame! 

Como funciona a tomografia computadorizada?

Antes de falarmos como é o preparo para a tomografia, vamos trazer como este exame funciona.

As tomografias são exames de imagem que podem ser feitas em todo o corpo. Um médico pode usar uma tomografia para analisar desde uma grande lesão cerebral até detalhes sobre a saúde das suas artérias. 

O exame é realizado em um aparelho chamado tomógrafo. Ele funciona de forma semelhante com um raio-x, mas seu resultado oferece detalhes mais aprofundados. 

A radiação emitida pelo aparelho é captada por sensores que geram imagens em diferentes ângulos e perspectivas. Os tomógrafos mais modernos conseguem gerar até reproduções em 3D da região examinada. Essas imagens mais detalhadas fazem toda a diferença para o médico ao dar mais clareza para o diagnóstico.

As tomografias mais comuns são: 

  • Tomografia computadorizada de crânio;
  • Tomografia computadorizada de tórax;
  • Tomografia computadorizada de abdome e pelve; 
  • Angiotomografia (abrange tórax, crânio, abdômen, coronárias e membros); 
  • Tomografia computadorizada para avaliação cardíaca.

A seguir, entenda quais preparos são necessários antes da tomografia.

Como é o preparo para tomografia computadorizada? 

A primeira recomendação é referente aos medicamentos de uso diário. Não é preciso suspendê-los na data da tomografia.

O preparo também exige: 

  • Ter em mão os resultados anteriores;
  • Estar acompanhado de um maior de idade;
  • Chegar ao local com pelo menos 30 minutos de antecedência

No que diz respeito às roupas, é recomendado evitar o uso de alguns acessórios e objetos, uma vez que podem interferir na hora do exame

Neste sentido, acessórios de metal, jóias (como brincos e colares), roupas com zíperes ou botões não devem ser utilizados.

Sobre a necessidade de jejum, ele pode variar de 2 a 8 horas. Tudo dependerá da área e motivo pelo qual a tomografia foi solicitada. Por isso, siga sempre as instruções do seu médico. 

E se houver contraste? 

No caso do exame com contraste, esse componente líquido é injetado na veia do paciente. É comum que na sequência se observe alguns sintomas como: vontade de urinar, sensação de calor, batimentos cardíacos mais calmos, vômitos e náuseas.

No entanto, não há necessidade de preocupação. Esses sintomas não aparecem em todos os pacientes e duram pouco tempo. 

O tempo de jejum indicado pode ser maior em tomografias com contraste. A alteração depende da área examinada e das orientações médicas.

Pacientes que fazem tomografia para avaliar a função renal devem apresentar exame de creatinina ao médico. Ele deverá avaliar os resultados para definir se o uso do contraste é seguro, especialmente em casos envolvendo pessoas com mais de 65 anos.

As recomendações variam de acordo com o tipo de tomografia e região examinada.

No geral, o médico especialista que fizer a solicitação pelo exame de tomografia computadorizada, dará as instruções gerais de como se preparar para sua realização. 

Contraindicações

A tomografia computadorizada é um exame que usa radiação, por isso, é contraindicado para mulheres gestantes. Também não é recomendado que ele seja feito com contraste em pacientes com alergia a iodo. Se não houver outra alternativa, o médico responsável irá solicitar medicação prévia para alergia. 

Por fim, vale sempre reforçar que todo tipo de exame de imagem deve ser indicado e acompanhado por um especialista.

No Centro Radiológico, realizamos tomografias para diversas especialidades e atendemos convênios. Entre em contato conosco e agende seu exame!

Aproveite também para conferir mais materiais informativos sobre exames de imagem acessando a nossa central educativa

Mamografia ou Ultrassom: Conheça as diferenças entre estes exames

mamografia

O diagnóstico precoce pode salvar vidas, principalmente em patologias como o câncer de mama. De acordo com o INCA – Instituto Nacional do Câncer, mais de 95% dos casos têm chance de cura se forem descobertos em seus estágios iniciais. Mas afinal, qual desses exames é mais recomendado para este fim, mamografia ou ultrassom? 

 

No geral, tanto a mamografia como o ultrassom são exames que fazem parte da rotina da mulher. Mas ainda que sejam complementares, há algumas diferenças entre eles.

 

Vamos conferir quais são elas?

 

Mamografia ou ultrassom de mamas: conheça as diferenças!

 

Mamografia

A mamografia é um exame feito por meio de radiografia, usando radiação ionizante em baixas doses. Seu principal objetivo é detectar o câncer de mama precocemente, além de complementar a análise e tratamento efetivo da doença, caso diagnosticada.

 

Essa radiografia, realizada por meio do mamógrafo, faz uma compressão das mamas, o que justifica esse exame ser levemente dolorido. Além disso, tem como padrão o perfil de não ser invasivo.

No geral, o exame identifica precocemente qualquer possível sinal de tumores malignos, assim como lesões benignas, microcalcificações e nódulos.

 

Ultrassom de mamas

A ultrassonografia é realizada com ajuda de um transdutor. É por meio do choque de seu som com as estruturas do corpo que ele forma as imagens que serão posteriormente analisadas pelo médico.

 

É leve, não invasivo, identifica cistos, nódulos, espessamento do tecido mamário e até secreções nos mamilos.

 

O ultrassom de mamas serve, sobretudo, para detecção e análise dos nódulos, de modo a identificar se eles são sólidos (compostos por um conjunto de células) ou cistos (formados por conteúdo líquido). Além disso, também tem por característica:

 

  • Monitorar a integridade de implantes mamários; 
  • Avaliar nódulos palpáveis em mulheres com idade inferior a 40 anos; 
  • Pesquisar coleções líquidas ou abscessos pós cirúrgicos;
  • Rastrear o câncer de mama em mulheres com mamas densas à mamografia.

 

Observação:

Não é geralmente recomendado como método de rastreamento primário devido à sua sensibilidade variável e à possibilidade de não detectar microcalcificações, que podem ser indicativas de câncer.

 

Perguntas Frequentes

 

Qual exame é mais preciso, mamografia ou ultrassonografia?

A mamografia é geralmente mais precisa para o rastreamento inicial do câncer de mama, especialmente para detectar microcalcificações que indicam estágios iniciais da doença. O ultrassom é mais eficaz para diferenciar entre massas sólidas e cistos e é mais preciso em tecidos mamários densos.

 

Por que o médico pede ultrassom depois da mamografia?

Médicos frequentemente solicitam um ultrassom após a mamografia se há necessidade de examinar mais detalhadamente uma área suspeita não claramente visível na mamografia, ou para determinar se uma anormalidade detectada é sólida (como um tumor) ou cheia de líquido (como um cisto).

 

Pode fazer ultrassom da mama sem a mamografia?

Sim, é possível realizar ultrassom da mama sem mamografia, especialmente em mulheres mais jovens com tecidos mamários densos ou em situações onde a radiação deve ser evitada, como durante a gravidez. No entanto, geralmente, a mamografia é preferida para rastreamento inicial em mulheres acima de 40 anos.

 

Qual a principal desvantagem do uso do ultrassom de mama em relação à mamografia?

A principal desvantagem do ultrassom de mama em relação à mamografia é que ele é menos eficaz na detecção de microcalcificações, que podem ser indicativos precoces de câncer de mama. Além disso, o ultrassom pode resultar em mais falsos positivos, levando a investigações adicionais desnecessárias.

 

A mamografia é segura devido à radiação?

Sim, a mamografia é segura. A exposição à radiação é muito baixa e é considerada um risco aceitável em comparação aos benefícios de detectar o câncer de mama precocemente.

 

Posso fazer mamografia e ultrassom no mesmo dia?

Sim, muitas vezes é prático e eficiente realizar ambos os exames no mesmo dia, especialmente se uma anormalidade for detectada em um exame e precisar de investigação adicional.

 

Como o histórico familiar de câncer de mama afeta a decisão entre mamografia e ultrassom?

Mulheres com histórico familiar significativo de câncer de mama podem começar a realizar mamografias mais cedo e mais frequentemente, conforme recomendado por diretrizes médicas. O ultrassom pode ser adicionado se a mamografia for menos eficaz devido à densidade do tecido mamário ou se resultados mais detalhados forem necessários.

 

Qual exame é mais provável de exigir acompanhamento após um resultado anormal?

Ambos os exames podem exigir acompanhamento após resultados anormais, mas a mamografia tende a ter uma taxa maior de chamadas de retorno para esclarecimentos adicionais, especialmente quando detectar microcalcificações que podem não ser completamente avaliadas apenas com ultrassom.

 

Qual dos dois fazer, mamografia ou ultrassom? 

A escolha depende de uma análise multifatorial realizada por um especialista. Indica-se a mamografia a cada 2 anos, a partir dos 40 e anualmente após os 50. Já o ultrassom tende a ser solicitado para mulheres jovens com histórico de câncer na família, com alterações palpáveis na mama ou que desejam colocar silicone.

 

Vale ressaltar que eles são complementares no diagnóstico de patologias. Por isso, seja como método preventivo ou após identificação de qualquer alteração na mama, consulte o seu médico.

 

Buscando um lugar para a realização dos seus exames de modo integrado? No Centro Radiológico, estamos empenhados em fornecer serviços de imagem excepcionais em um ambiente confortável e acolhedor. Dispomos de uma variedade de modalidades de imagem de última geração, incluindo mamografia, ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassom e raios-X, todos executados por uma equipe de profissionais altamente qualificados e dedicados a oferecer a melhor assistência possível. Acesse o link e agende já o seu exame.

Para mais conteúdos como esse, continue acompanhando a nossa central educativa.

Ultrassonografia ginecológica: como é o exame?

Centro Radiológico Ultrassonografia ginecológica como é o exame

O intuito da ultrassonografia ginecológica é identificar possíveis doenças ou analisar aspectos como a localização do DIU.

 

Quer saber mais sobre como é feito esse exame? Continue a leitura desse artigo para entender quais são os tipos de ultrassonografia e como eles funcionam.

 

Boa leitura!

Ultrassonografia ginecológica: quais os tipos e como funcionam?

 

A ultrassonografia ginecológica é o procedimento responsável por avaliar os órgãos reprodutores femininos, fornecendo imagens de alta qualidade em tempo real do útero, ovários e cavidade pélvica, a fim de identificar miomas, cistos, endometriose e outras doenças. É dividida em dois tipos: a ultrassonografia pélvica transvaginal e a ultrassonografia pélvica suprapúbica. São exames detalhados, rápidos e seguros.

 

Um ultrassom é feito com o auxílio de um transdutor que emite ondas sonoras. Essas ondas sonoras ecoam dos órgãos ao transdutor e assim o computador converte em imagens. Ao contrário dos raios X, esse exame não usa radiação.

 

Ultrassonografia pélvica transvaginal

 

Feita de forma mais invasiva, a ultrassonografia transvaginal é utilizada para que o médico possa olhar mais de perto para determinado órgão.

 

O transdutor utilizado é mais comprido e revestido com um preservativo para proteção da paciente. Devidamente lubrificado, o transdutor é inserido na vagina. Como o transdutor fica bem próximo das estruturas e órgãos pélvicos, a resolução da imagem fica superior em relação ao exame pélvico suprapúbico, assim aumentando a capacidade de identificação e do nível de detalhamento das eventuais alterações analisadas pelos ultrassonografistas.

 

Preparação para ultrassonografia pélvica transvaginal

 

Para este exame, nenhuma preparação intestinal é necessária.

 

Bexiga vazia: Diferentemente de outros tipos de ultrassonografia, para a transvaginal é recomendado que você esvazie completamente a bexiga antes do exame para melhor avaliação das estruturas pélvicas durante o exame.

Vestimenta confortável: Use roupas soltas e confortáveis para facilitar o acesso e o conforto durante o exame.

Questões de privacidade e conforto: O exame é realizado em um ambiente privado, e um lençol será fornecido para cobrir as pernas da paciente durante o procedimento.

 

Ultrassonografia pélvica suprapúbica

 

A ultrassonografia pélvica suprapúbica é feita de forma não invasiva, como o nome já diz, o transdutor que é colocado sobre a região púbica, localizada na parte inferior do abdômen, e serve também para análise dos órgãos pélvicos femininos (endométrio, útero, ovários, bexiga, trompas de falópio, colo do útero, vagina e vulva). A ultrassonografia pélvica suprapúbica é realizada habitualmente quando há contraindicação de realizar por via transvaginal, como nos casos de exames em crianças e pacientes virgens, por exemplo.   

 

Durante o exame é utilizado um gel que auxilia o transdutor na hora de deslizar pela pele. Também costuma ser muito usada por gestantes para acompanhar o desenvolvimento do bebê ao longo dos meses.

 

Preparação para ultrassonografia pélvica suprapúbica

 

Este método requer:

 

Bexiga cheia: É crucial ter a bexiga cheia para melhor visualização dos órgãos pélvicos. Você será instruído a beber cerca de dois a três copos de água uma hora antes do exame e não esvaziar a bexiga.

Vestimenta adequada: Assim como na transvaginal, é recomendável usar roupas que sejam fáceis de remover ou levantar, pois o transdutor é colocado diretamente sobre a área pélvica.

Relaxamento: Como este exame pode ser desconfortável devido à pressão sobre uma bexiga cheia, técnicas de relaxamento podem ser úteis para minimizar o desconforto.

 

Cuidados Após a Ultrassonografia Pélvica

  • Monitoramento de Sintomas:

Embora a ultrassonografia pélvica seja um procedimento seguro e geralmente sem dor, observe qualquer sintoma incomum como dor 

 

  • Retorno às Atividades Normais:

Normalmente, você pode retomar suas atividades diárias imediatamente após o exame. Se alguma sedação leve foi usada (raro em ultrassonografias pélvicas), pode ser necessário esperar até que os efeitos tenham passado completamente.

  • Discussão dos Resultados:

Aguarde as instruções do seu médico sobre como os resultados serão comunicados a você. Pode ser durante uma consulta de acompanhamento, onde o médico discutirá o que as imagens revelam e quaisquer passos adicionais que podem ser necessários.

 

Para quem é indicada?

A ultrassonografia transvaginal ou suprapúbica é indicada para identificar a causa de algum problema ou sintomas, como:

 

  • Analisar sangramento anormal, que não possui uma causa aparente, ou sangramento após a menopausa;
  • O posicionamento do DIU (dispositivo intrauterino) é um dos motivos para o exame.
  • Procurar por possíveis cistos;
  • Diagnóstico de suspeita para gravidez ectópica (acontece quando o óvulo é fertilizado e cresce fora do útero);
  • Suspeita de infertilidade;
  • Endometriose ou síndrome dos ovários policísticos;
  • Origem de uma dor pélvica.
  • Analisar a estrutura do útero e dos ovários;
  • Procura por cânceres, tumores,, miomas ou cistos;
  • Verificar se há uma doença inflamatória pélvica (pode ser uma infecção no útero, nos ovários ou nas trompas falópio);
  • Identificar dor na hora de urinar ou durante a relação sexual;
  • Incontinência urinária.

 

Qualquer tipo de exame deve ser solicitado e acompanhado pelo seu médico.

 

Segurança da Ultrassonografia Ginecológica

Diferentemente de outros procedimentos de imagem, como as tomografias computadorizadas, a ultrassonografia utiliza ondas sonoras de alta frequência, o que elimina a exposição à radiação e os riscos associados a ela. Isso torna o exame seguro para repetição conforme necessário e ideal para todos os públicos, incluindo mulheres grávidas.

 

Embora a ultrassonografia ginecológica seja geralmente indolor, o conforto pode variar, especialmente entre os exames transabdominais, que requerem uma bexiga cheia para melhor visualização, e os exames transvaginais, que envolvem a inserção de um transdutor na vagina. No Centro Radiológico, contamos com especialistas treinados para realizar o procedimento com a máxima delicadeza, garantindo o conforto da paciente.

 

Perguntas Frequentes

Para que é usada a ultrassonografia ginecológica?

É usada para diagnosticar e monitorar condições como cistos ovarianos, miomas uterinos, endometriose, avaliar a saúde pélvica e auxiliar no diagnóstico de causas de infertilidade.

 

O que o ultrassom pélvico mostra?

O ultrassom pélvico fornece imagens dos órgãos reprodutivos femininos, incluindo o útero, trompas de falópio, ovários e a bexiga. Ele ajuda a identificar a presença de cistos, miomas, anormalidades estruturais, problemas no revestimento do útero e outras condições pélvicas.

 

Quão frequentemente devo fazer uma ultrassonografia ginecológica?

A frequência depende de sua condição médica específica. Mulheres com condições ginecológicas em acompanhamento podem precisar de exames mais frequentes, enquanto outras podem precisar apenas de exames de rotina conforme recomendado pelo médico.

 

A ultrassonografia ginecológica pode detectar câncer?

Sim, a ultrassonografia ginecológica pode ajudar a detectar massas ou anormalidades que podem ser indicativas de câncer, mas outros testes são necessários para confirmar o diagnóstico.

 

Posso fazer ultrassonografia ginecológica durante a gravidez?

Sim, a ultrassonografia ginecológica é segura durante a gravidez e pode ser usada para monitorar a saúde do feto, bem como para avaliar condições específicas que podem afetar a gravidez.

 

É preciso tirar a roupa para fazer uma ultrassonografia ginecológica?

Para uma ultrassonografia ginecológica, geralmente é necessário remover a roupa da cintura para baixo, especialmente para a ultrassonografia transvaginal. Para a transabdominal, pode ser necessário levantar a camisa e baixar a parte de baixo até o quadril.

 

É possível fazer uma ultrassonografia ginecológica durante a menstruação?

Sim, é possível realizar uma ultrassonografia ginecológica durante a menstruação, especialmente se o objetivo é avaliar condições específicas relacionadas ao sangramento uterino anormal. No entanto, é recomendável discutir isso com seu médico, pois em alguns casos pode ser preferível agendar o exame para outra fase do ciclo menstrual.

 

A ultrassonografia ginecológica pode ser usada para monitoramento durante tratamentos de fertilidade?

Sim, a ultrassonografia ginecológica é frequentemente usada no monitoramento de tratamentos de fertilidade para acompanhar o desenvolvimento folicular, avaliar a espessura do endométrio e guiar procedimentos como a aspiração de óvulos e a transferência de embriões.

 

Ultrassonografia Ginecológica em Divinópolis – MG

A ultrassonografia ginecológica é um exame não invasivo, seguro e extremamente útil para a avaliação da saúde feminina. Se você tem dúvidas sobre sua saúde reprodutiva ou foi encaminhada para um exame, este procedimento pode fornecer respostas valiosas e orientação para tratamentos futuros. 

 

Buscando um lugar para a realização dos seus exames de modo integrado? No Centro Radiológico, estamos empenhados em fornecer serviços de imagem excepcionais em um ambiente confortável e acolhedor. Dispomos de uma variedade de modalidades de imagem de última geração, incluindo ultrassonografia ginecológica, ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassom e raios-X, todos executados por uma equipe de profissionais altamente qualificados e dedicados a oferecer a melhor assistência possível. Acesse o link e agende já o seu exame.

 

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Densitometria óssea: quando é indicada?

Densitometria óssea: quando é indicada?

Condições associadas à perda óssea são os principais fatores que justificam a indicação médica para realização de um exame de densitometria óssea. Doenças como a osteopenia ou a osteoporose, estão entre os motivos para realização do exame. 

Ao longo deste artigo, vamos falar mais sobre o exame e suas indicações, assim como fatores de risco para uma eventual manifestação de doenças nos ossos. Continue a leitura!

Densitometria óssea: quando é indicada?

A densitometria óssea consiste em um exame de diagnóstico por imagem realizado para medir a massa óssea de lugares específicos do corpo, tais como fêmur e coluna lombar.

Esse é um exame de imagem que usa uma dose muito baixa de radiação ionizante para medição da massa óssea

Na maioria das vezes o foco do exame são os quadris e a coluna lombar, porém, em alguns casos, o especialista também pode solicitar a densitometria de corpo inteiro, que detalha a composição corporal do paciente. Neste caso, é envolvida não só a densidade dos ossos como também a quantidade de gordura e massa magra.

Esse é um exame rápido, simples, não invasivo e nem mesmo doloroso.

A densitometria óssea também avalia o risco de um paciente vir a desenvolver fraturas osteoporóticas. 

A seguir, observe os 4 principais motivos para solicitação do teste de densidade óssea:

  • Exame preventivo para identificação de queda na densidade óssea;
  • Determinação da taxa de risco de o paciente sofrer fraturas ou ter ossos quebrados;
  • Confirmação de um possível diagnóstico de osteoporose ou osteopenia;
  • Monitoramento ou tratamento dessas condições e estado da doença.

Quais os fatores de risco para condições relacionadas aos ossos?

Fatores maiores

  • Indivíduos do sexo feminino;
  • Baixa massa óssea (DMO);
  • Fraturas prévias no mesmo osso;
  • Raça asiática ou caucásica;
  • Idade avançada – independentemente do gênero; 
  • Histórico materno de fratura do colo femoral e/ou osteoporose;
  • Menopausa precoce não tratada (antes dos 40 anos);
  • Tratamentos rotineiros com corticoide. 

Fatores menores

  • Amenorreia primária ou secundária;
  • Hipogonadismo primário ou secundário, especialmente em pessoas do sexo masculino;
  • Perda de peso de maneira expressiva após os 25 anos ou baixo IMC – índice de massa corpórea (IMC < 19 kg/m2);
  • Fumo ou alcoolismo;
  • Sedentarismo;
  • Tratamento contínuo de fármacos que induzem perda de massa óssea;
  • Imobilização por longos períodos;
  • Dieta pobre em cálcio;
  • Doenças que podem induzir perda de massa óssea.

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Para que serve a tomografia de ATM?

Para que serve a tomografia de ATM?

A tomografia computadorizada é um exame de diagnóstico por imagem que visa detectar anomalias e/ou a própria condição de saúde em uma área específica do corpo. Por isso, tende a ser solicitada como complementar ou para confirmar diagnósticos. A tomografia de ATM é um exemplo de como esse exame pode ser pedido, visando a prevenção e tratamento de disfunções na articulação temporomandibular. 

A seguir, exploraremos essas definições. 

Conheça mais sobre a articulação e tomografia de ATM

A ATM é a articulação temporomandibular. Ela é flexível e incumbida por movimentos simples do nosso cotidiano como: mastigar, falar, abrir a boca ou até mesmo movimentar a mandíbula para os lados, para trás e para frente. 

Essa articulação é responsável por um dos mais complexos sistemas de funcionamento do organismo. Ela liga a mandíbula até o osso temporal do crânio, que está nas laterais do cérebro e em frente às orelhas. 

Quem permite, controla, movimenta e até “acomoda” a mandíbula na boca, por sua vez, são os músculos de ATM. Quando há algo de errado com todo esse sistema operando em modo complexo que uma disfunção temporomandibular pode ter se manifestado. 

Para que serve a tomografia de ATM? 

A tomografia de ATM é um exame de diagnóstico por imagem que visa esclarecer a condição de saúde das articulações temporomandibulares. Ele avalia a mandíbula, o crânio e toda a região responsável pela fala e mastigação que citamos anteriormente. 

As imagens obtidas muitas vezes são comparadas aos exames radiográficos para que seja possível chegar a um diagnóstico. 

Ela permite uma visualização tridimensional dos detalhes ósseos e articulares dessa região, sem qualquer limitação por sobreposições. 

Assim, é possível obter informações de formato e tamanho real dessas estruturas anatômicas nos planos sagital, coronal e axial, além de condições morfológicas ou alterações que possam indicar uma patologia. 

Além disso, também vale ressaltar que as imagens obtidas por meio da tomografia de ATM podem sofrer manipulação em variadas profundidades. Aqui, no entanto, torna-se necessário o uso de softwares ou sistemas específicos. 

As disfunções que afetam essa articulação nem sempre são facilmente diagnosticadas. Por isso, ao realizar a tomografia de ATM, tanto o médico como o paciente trabalham com um diagnóstico mais preciso. Por consequência, o indivíduo recebe também um tratamento mais adequado para sua condição. 

Quais outras alterações podem resultar do exame? 

Com esse exame de imagem, o médico ou dentista radiologista pode diagnosticar, avaliar e graduar  a alteração nas articulações. No geral, elas podem ser:  

  • Disfunção Temporomandibular (DTM)
  • Traumas
  • Tumores
  • Doenças degenerativas, como osteoartrite

Vale ressaltar que as DTMs são mais comuns do que imaginamos, manifestando-se principalmente em mulheres. 

Por se tratar de uma condição multifatorial, pode ser causada por quedas, acidentes ou lesões. Além disso, outros fatores como estresse, tensões musculares ou condições emocionais podem influenciar sua ocorrência.  

Por fim, condições como bruxismo (ranger os dentes ao dormir), predisposição genética e até alguns hábitos rotineiros, como mascar muito chiclete ou roer unhas também podem causar essas disfunções. 

Conclusão

É claro que todo e qualquer exame, incluindo a tomografia de ATM, deve ser realizado apenas após a indicação de um especialista. Neste caso, dentistas e cirurgiões dentistas são os profissionais mais adequados para identificar ou prevenir eventuais problemas. 

Você pode conferir, ainda, mais materiais sobre assuntos relacionados à sua saúde na nossa central educativa. Te esperamos lá!