A endometriose é uma doença ginecológica inflamatória crônica que se manifesta principalmente na idade reprodutiva. A condição é caracterizada pela presença de células do endométrio, mucosa que reveste o interior do útero, em outros órgãos da pelve, como trompas, ovários, intestinos e bexiga, isto é, fora da cavidade uterinaContinue reading
Sapiens – Uma breve História da Humanidade

Porque nós, entre todos, somos capazes das mais belas obras de arte, dos avanços científicos mais impensáveis e das mais horripilantes guerras? A resposta é simples: nossa capacidade imaginativa.
Somos a única espécie que acredita em coisas que não existem na natureza, como Estados, dinheiro e direitos humanos.
Partindo dessa ideia, o autor Yuval Noah Harari, doutor em história pela Universidade de Oxford, aborda nessa leitura cativante a história da humanidade sob uma perspectiva inovadora, criando um relato eletrizante sobre a aventura de nossa extraordinária espécie.
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Enxaqueca crônica: qual é a relação com o estresse?
Você sabia que existem mais de 150 tipos diferentes de dor de cabeça? Então eles está a enxaqueca crônica.
A enxaqueca é um problema que acomete mais de 15% da população brasileira, aproximadamente 31 milhões de pessoas, e é a terceira doença mais prevalente e a sétima mais incapacitante no mundo.
Existem diversos fatores que podem desencadear uma crise, contudo, algumas situações podem ser verdadeiros gatilhos para o seu surgimento.
Quer entender melhor a relação do estresse com a enxaqueca? Siga a leitura!
O que é enxaqueca crônica?
Também conhecida como migrânea, é uma condição caracterizada por uma dor de cabeça pulsátil (ou latejante), na maioria dos casos unilateral (podendo ser bilateral), de moderada a forte intensidade e que pode se estender de 4 a 72 horas.
A enxaqueca é causada por alterações químicas do cérebro que podem ser desencadeadas por uma série de gatilhos em pessoas geneticamente predispostas.
O problema prejudica severamente a qualidade de vida de quem convive com as crises, sendo uma das principais causas de falta ao trabalho. É mais comum em adolescentes e adultos jovens, na faixa entre os 25 aos 45 anos.
Mais frequente em mulheres, as dores costumam afetar atividades diárias, vida social, profissional e os estudos, podendo se agravar sem tratamento adequado.
Crises de dores de cabeça que ocorrem por 15 dias ou mais por mês, nos quais oito as dores preenchem os critérios para enxaqueca e persistem por três meses seguidos podem caracterizar a enxaqueca crônica.
Quais são os sintomas?
As dores podem ser acompanhadas de náusea, vômito, sensibilidade à luz, sons e cheiros. Além disso, os sintomas incluem:
- Tonturas
- Suor excessivo
- Letargia
- Visão embaçada
- Irritabilidade
- Fadiga
- Alterações da pressão arterial
- Aura visual, sensorial ou motora
A enxaqueca com aura é um tipo de crise precedida de sintomas visuais ou sensitivos. O problema surge de maneira gradual, antes mesmo da dor de cabeça iniciar, podendo durar entre 5 a 60 minutos. A condição acomete cerca de 25% dos pacientes com enxaqueca.
As auras mais comuns são as visuais. O paciente pode enxergar pequenos pontos luminosos, semelhantes a vagalumes ou flashes que piscam, perda parcial do campo visual ou sentir a visão turva.
Outro tipo de aura é sensitiva, na qual o indivíduo pode sentir sintomas como formigamento ou dormência em alguma parte do corpo. Dificuldade para falar e ouvir, sentir-se tonto ou com a sensação de barulho no ouvido também são sinais que podem ocorrer.
Qual é a relação da enxaqueca com o estresse?
A enxaqueca crônica possui diversos fatores desencadeantes, porém, estima-se que 50% a 70% das pessoas que têm a condição apresentam associação significativa entre os níveis de estresse diário e as crises.
E sabe por quê? O motivo está relacionado com o nosso comportamento. Isso porque as emoções influenciam no surgimento de uma crise quando há propensão.
Quando estamos em uma situação de estresse, o nosso corpo reconhece a circunstância como ameaçadora. Em resposta, as glândulas suprarrenais, que estão localizadas em cima dos rins, produzem dois hormônios: cortisol e adrenalina.
O cortisol e a adrenalina são responsáveis por um aumento da frequência cardíaca que pode causar a dor de cabeça e outros sintomas da enxaqueca quando há uma contração dos vasos sanguíneos que irrigam a cabeça.
Outros pacientes relatam que as crises começam após o estresse diminuir, por exemplo, depois de uma semana estressante no trabalho.
Além do estresse outros fatores podem desencadear a enxaqueca crônica, são eles:
- Falta de rotina para o sono
- Jejum prolongado
- Ingestão de alimentos que favorecem a enxaqueca
- Uso de medicamentos vasodilatadores
- Mudanças bruscas de temperatura
- Exposição a ruídos altos, odores fortes
- Atividades intensas ou por longos períodos
- Variações dos níveis hormonais
- Tabagismo
- Obesidade
- Alterações orofaciais
Exames de imagem que auxiliam no diagnóstico
O diagnóstico da enxaqueca crônica se dá por uma estratégia de exclusão, ou seja, para identificar a condição, outras possíveis causas dos sintomas devem ser descartadas.
Neste cenário, o médico pode solicitar alguns exames de imagem, como a tomografia computadorizada para descartar a possibilidade de hemorragia e tumores, a ressonância magnética acompanhada por uma angiografia artéria e/ou venosa, ou uma combinação de tomografia/ressonância quando há suspeita de doença dos vasos cerebrais (aneurisma, trombose venosa cerebral).
O ideal é não esperar os sintomas se agravarem e procurar ajuda médica. É importante ressaltar que a automedicação é perigosa e o uso repetido de analgésicos pode, a longo prazo, agravar os sintomas.
Nós, do Centro Radiológico, prezamos em oferecer um atendimento humanizado aos pacientes, feito por uma equipe verdadeiramente preocupada com o bem-estar e as necessidades individuais, buscando sempre a melhor experiência possível em todos os exames e procedimentos.
Agende pelo site. Se preferir entre em contato conosco: Telefone: (37) 3221-1221 | 3221-1354 ou WhatsApp: (37) 99845-8842.
A Síndrome dos Ovários Policísticos pode causar infertilidade?
A Síndrome dos Ovários Policísticos é um distúrbio endócrino que atinge cerca de 5% a 10% das mulheres na idade reprodutiva.
Os principais sintomas incluem o aumento dos pelos faciais e acne, o que pode causar grande desconforto na mulher. Além disso, o impacto negativo na saúde reprodutiva exige atenção.
Se você está tendo dificuldades para engravidar, o problema pode estar relacionado com essa complicação. Quer entender melhor? Siga a leitura!
O que é a Síndrome dos Ovários Policísticos?
A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma endocrinopatia comum em mulheres na idade reprodutiva. Caracteriza-se por hiperandrogenismo (excesso de testosterona) , disfunção ovulatória e infertilidade.
Uma em cada 15 mulheres em idade reprodutiva tem a Síndrome dos Ovários Policísticos e 50% a 70% das mulheres com SOP apresentam um dos sintomas mais comuns: a piora na resistência insulínica (RI), independente do peso corporal.
Além disso, a SOP está associada com maior risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, hipertensão arterial, síndrome metabólica, apnéia do sono, esteatose hepática, risco aumentado para intolerância à glicose e diabetes mellitus tipo 2 em idade mais precoce que o habitual.
O que pode causar a SOP?
Ainda não foi esclarecida uma causa específica para o surgimento da SOP. A hipótese é que ela tem origem genética e uma possível relação com a resistência à ação da insulina (RI) no organismo. A SOP parece ser de natureza multigênica, em que uma variedade de genes predisponentes e protetores interagem com fatores ambientais para produzir a síndrome.
Quais são os sintomas?
Um dos principais sintomas da mulher com SOP são as alterações menstruais, presente em até 85% dos casos. Isso pode ocorrer de diversas maneiras, como maior espaçamento entre as menstruações ou poucas menstruações por ano. Também pode haver menstruações intensas ou até mesmo a ausência dela.
Além disso, existem outros sintomas que ajudam a detectar a condição, como:
– Acne;
– Hirsutismo (aumento dos pelos no rosto, seios e abdômen, presente em 75% dos casos);
– Queda de cabelo;
– Obesidade (acomete até 60% das pacientes);
– Depressão.
A SOP pode causar infertilidade?
A infertilidade é um problema presente em até 40% dos casos de Síndrome dos Ovários Policísticos e estima-se que corresponder por cerca de 80% dos casos de infertilidade anovulatória, cujo tratamento deve contemplar mudanças no estilo de vida, podendo incluir indução farmacológica da ovulação e, em casos selecionados, técnicas de reprodução assistida.
E lembre-se: aproximadamente 30% dos casos de infertilidade são causados por fatores masculinos e que também devem ser investigados.
Qual o tratamento?
O tratamento de SOP é sintomático e direcionado de acordo com a manifestação clínica, o desejo de contracepção ou gestação e a presença de distúrbios metabólicos associados. A escolha da estratégia terapêutica deve ser individualizada e levar em conta fatores como obesidade, tabagismo, hiperandrogenismo, idade e existência de outras causas de infertilidade, além da sua duração.
Exames de imagem para avaliação diagnóstica:
Além do exame físico, os principais exames complementares solicitados para diagnosticar a Síndrome dos Ovários Policísticos são o exame de imagem e o exame de dosagem hormonal.
Em relação aos exames de imagem, a ultrassonografia ginecológica é o principal método de avaliação complementar. O exame consegue, além de excluir outras outras alterações ginecológicas, identificar a doença pelo aparecimento de diversos folículos ovários.
Outra informação importante é que esses resultados não podem ser aplicados em mulheres que estão tomando pílula anticoncepcional.Se em uso de contraceptivo hormonal oral, esperar pelo menos 30 dias para repetir o exame ultrassonográfico.
Já pacientes que apresentam ovários policísticos, mas, sem distúrbios de ovulação ou hiperandrogenismo (excesso de testosterona) não são diagnosticadas com SOP.
Nós, do Centro Radiológico, prezamos em oferecer um atendimento humanizado aos pacientes, feito por uma equipe verdadeiramente preocupada com o bem-estar e as necessidades individuais, buscando sempre a melhor experiência possível em todos os exames e procedimentos.
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Isso porque ao ouvir a música o fluxo sanguíneo aumenta em diversas áreas do cérebro, ativando as regiões ligadas à autonomia, cognição e emoção, ao mesmo tempo em que libera a dopamina no organismo (hormônio da felicidade e prazer).
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Apendicite: como identificar os sintomas?
O apêndice é um órgão que fica na primeira porção do intestino grosso e que quando inflama (apendicite) pode levar a sérias complicações de saúde.
Na maioria dos casos, os sintomas aparecem rapidamente e podem ser intensos, causando fortes dores na região abdominal. Quer entender melhor? Então, siga o post que preparamos para você e tire suas dúvidas sobre a apendicite.
O que é apendicite?
O apêndice é uma pequena estrutura – cerca de oito a dez centímetros – que lembra uma bolsa de formato alongado e fino, rica em glóbulos brancos e que auxilia na produção de defesas naturais. A apendicite é o termo utilizado para designar o processo inflamatório do apêndice, quando o órgão enche de pus e causa fortes dores abdominais.
O problema é considerado uma causa comum de dor abdominal aguda e pode acometer pessoas de todas as idades, sendo mais frequente em indivíduos mais jovens, dos 10 aos 30 anos, requerendo, em alguns casos, tratamento cirúrgico que consiste na remoção total do órgão, chamado de apendicectomia.
Quando não tratada, a condição pode levar a ruptura do apêndice, com risco de peritonite, uma infecção decorrente da entrada de bactérias na cavidade abdominal, um problema grave que pode levar pacientes à morte.
O que causa a apendicite?
Na maioria dos casos, a apendicite é a consequência de uma obstrução do apêndice com partículas de gordura ou fezes, resultando em inflamação, ou até mesmo por um parasita.
A presença de um corpo estranho provoca uma resposta do nosso sistema imunológico, que aumenta a produção de defesas na região e o consequente inchaço do órgão.
Esse inchaço do apêndice dificulta a circulação sanguínea normal e causa um déficit de oxigênio, provocando a morte gradual das células do órgão, que aos poucos, propiciam um ambiente ideal para proliferação de bactérias presentes naturalmente no organismo, culminando em gangrena e na ruptura do apêndice.
A ruptura promove o extravasamento desses resíduos contaminados com bactérias e células mortas para a cavidade do abdômen (peritonite). Assim, o organismo tenta se defender de uma maneira bem menos usual, mobilizando o intestino delgado para posicionar-se acima do apêndice, em uma tentativa de bloquear as consequências da peritonite.
Quais são os sintomas?
O processo de inflamação do apêndice tende a ser rápido e a primeira sensação é a dor que se inicia em torno do umbigo, contínua, que comumente se concentra no lado inferior direito do abdômen.
A dor começa fraca e vai aumentando de intensidade com o passar das horas, por isso, é preciso estar atento à gravidade do caso. O desconforto pode variar de acordo com cada indivíduo, mas, além da dor, outros sintomas comuns são:
- Falta de apetite
- Náuseas
- Vômitos
- Febre
- Diarréia
Em alguns casos o quadro pode evoluir para uma parada do funcionamento intestinal, provocando a incapacidade de eliminar gases e fezes.
Outros casos mais atípicos apresentam sintomas discretos ou até mesmo nem manifestam sinais. Nos casos de peritonite, a dor é muito intensa e difusa, chegando a impossibilitar ações simples como mudar de posição e andar, a febre ainda mais alta e o estado do paciente geral se agrava.
Diagnóstico por imagem
Em geral, o médico pode diagnosticar a apendicite apenas pela descrição dos sintomas e pelo exame do abdômen no consultório ou hospital.
Porém, como existem outras doenças que provocam sintomas similares, exames complementares podem ajudar no diagnóstico, especialmente em mulheres, pois os sinais podem ser confundidos com outras condições como inflamações ginecológicas.
Os exames de imagem como a ultrassonografia e a tomografia computadorizada do abdômen são fundamentais para o diagnóstico, que precisa ser rápido e preciso.
As imagens permitem que a análise seja feita em tempo real. No entanto, para que o diagnóstico seja correto, é fundamental contar com um médico radiologista subespecializado na área, evitando erros durante o tratamento indicado.
Após a confirmação do diagnóstico, o tratamento é exclusivamente cirúrgico, com a remoção total do apêndice inflamado. A cirurgia de apendicectomia deve ser realizada o mais rápido possível para evitar a ruptura do órgão e a inflamação da cavidade abdominal (peritonite) para diminuir os riscos de óbito.
O Centro Radiológico conta com um núcleo especializado em imagem gastrointestinal, utilizando a mais alta tecnologia em exames de tomografia computadorizada de abdome, enterotomografia computadorizada, ressonância magnética de abdome, enteroressonância magnética e ultrassonografia de abdome.
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Dica de leitura: A fórmula da felicidade, de Stefan Klein

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Pedras nos rins: o que pode causar o problema?
Os rins são dois órgãos localizados na região lombar e que tem como função filtrar impurezas do sangue, expelindo-as para fora do organismo por meio da urina, além de manter o equilíbrio de água, sal e outros elementos que auxiliam no controle da pressão arterial. O acúmulo de cristais existentes na urina pode formar as famosas pedras nos rins, resultando em fortes dores e desconfortos na região.
Você sabe quais são os fatores de risco para o surgimento desse problema? No post de hoje, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre as pedras nos rins. Acompanhe a leitura!
O que são pedras nos rins?
As pedras nos rins ou cálculos renais são formações de massas sólidas compostas pelo acúmulo de pequenos cristais existentes na urina e que atrapalham o funcionamento normal do sistema urinário. Nestes casos a urina apresenta quantidades excessivas de cálcio, oxalato e ácido úrico.
Os cálculos renais podem passar despercebidos, sem que o paciente sinta nenhum tipo de sintoma, porém, em alguns casos provocam dores muito fortes que se iniciam nas costas e irradiam para a parte inferior do abdome.
As pedras são definidas como renais quando se localizam na pelve renal ou em um cálice renal.
O que causa as pedras nos rins?
Em média, mais de 70% das pedras são formadas por sais de cálcio, oxalato de cálcio e fosfato de cálcio. Existem, também, os cálculos formados à base de ácido úrico.
Entre as possíveis causas de pedras nos rins, podemos citar:
- Fatores genéticos
- Infecções urinárias
- Urina supersaturada de sais
- Aumento de cálcio, ácido úrico e diminuição de citrato na urina
- Distúrbios metabólicos do ácido úrico ou da glândula paratireóide
- Alterações anatômicas
- Medicamentos diuréticos em excesso
- Existência de outras doenças renais
Uma alimentação rica em sódio (sal, refrigerantes, alimentos embutidos) e a pouca ingestão de água também podem contribuir para o surgimento das pedras nos rins.
Isso porque o sódio, quando em excesso no organismo, pode fazer com que a excreção de cálcio na urina resulte no acúmulo de pequenos cristais nos rins que dão origem as pedras.
Quais são os sintomas?
Quando as pedras estão alojadas no interior do rim, na maioria dos casos o corpo não recebe sinal de dor e o problema é visto apenas através de exames de urina ou imagem. Porém, quando as pedras se deslocam para pelo fluxo urinário e chega até o ureter, a caminho da bexiga, a pessoa pode apresentar alguns sintomas, como:
- Dor que se manifesta em cólicas (picos de dor intensa seguidas de alívio)
- Náuseas e vômito
- Ardência ao urinar
- Sangue na urina
- Dor na região inferior das costas que irradia para o abdome (baixo ventre)
- Vontade constante de urinar mesmo sem expelir muita urina.
É muito importante observar a cor da sua urina. Se ela estiver clara demais, pode indicar excesso de água. Já se parecer escura demais, pode ser falta de água. O ideal é que ela apresente uma coloração amarelo-claro.
É possível prevenir?
Muitos casos de pedras nos rins podem ser prevenidos através da mudança de hábitos. A medida mais importante para prevenir o cálculo renal é consumir bastante água. A quantidade ideal a ser ingerida diariamente pode variar de acordo com o peso, idade e porte físico. O ideal é consumir cerca de 40 ml por kg de peso por dia.
Além disso, é importante ter uma dieta equilibrada e natural para evitar o excesso de proteínas ou cálcio que aumentem o risco de desenvolver pedras. Alimentos como frutas, verduras, legumes e grãos integrais devem fazer parte do dia a dia.
Ao sentir qualquer sintoma, procure um médico e nunca se automedique. Para tratar as pedras nos rins corretamente e sem complicações, é preciso investigar o motivo da sua formação e composição.
Para isso, o médico deve avaliar as evidências clínicas e solicitar exames de diagnóstico
por imagem como ultrassom e tomografia computadorizada para avaliar a localização, dimensões e densidade dos cálculos, bem como avaliar possíveis complicações de cálculos impactados no canal da urina e, assim, definir o melhor tratamento.
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